quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Os empresários que levaram o hip-hop do gueto ao globo

Por Cristiane Correa da EXAME.

Em cerca de três decadas, o hip-hop saiu da periferia de Nova York para se transformar num dos gêneros musicais mais populares do mundo.
O rapper Shawn “Jay-Z” Carter, de 41 anos de idade, não tem muito o que reclamar da vida. Com uma fortuna pessoal estimada em aproximadamente 450 milhões de dólares, de acordo com a revista americana Forbes, Jay-Z é hoje ao mesmo tempo um artista popular — seus álbuns já venderam mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo — e um empresário de sucesso.
 Cofundador do selo Roc-A-Fella Records e da marca de roupas Rocawear (vendida em 2007 por 204 milhões de dólares), ele ainda é um dos donos do time de basquete americano New Jersey Nets. De quebra, casou-se há quase três anos com a cantora Beyoncé, formando um dos casais mais poderosos do mundo do entretenimento.
Jay-Z é um dos exemplos mais bem-acabados de uma indústria que ganhou o mundo em cerca de três décadas — o hip-hop. É o que mostra o recém-lançado livro The Big Payback — The History of the Business of Hip-Hop (numa tradução livre, “O grande troco — a história do negócio do hip-hop”), escrito pelo jornalista americano Dan Charnas, especializado em música.
 Assim como Jay-Z, garoto nascido num conjunto habitacional no Brooklyn, em Nova York, e que durante boa parte de sua vida esteve envolvido em confusões (chegou a esfaquear um desafeto anos atrás), o hip-hop é um gênero que saiu da periferia das metrópoles americanas e passou por altos e baixos até se firmar como um gênero musical capaz de influenciar jovens em todo o mundo.

Apesar do nome do livro, não espere encontrar na obra de Charnas estratégias intrincadas de negócios. Ao longo de quase 700 páginas, o leitor se depara mais com uma infindável lista de artistas, produtores e empresários do hip-hop do que com táticas inovadoras de marketing — a sensação, aliás, é que o sucesso de alguns se deu muito mais por uma combinação de sorte com persistência do que por brilhantismo empresarial. 
 O vídeo da primeira música gravada por Jay-Z, em 1994, por exemplo, mostra que originalidade não era exatamente o nome do jogo. O filme mostra um cenário à beira-mar, em que não faltam garrafas de champanhe, barcos velozes e, claro, mulheres vestidas com roupas minúsculas dançando em torno do cantor. Um clichê do começo ao fim, mas o público adorou.

Lições para a Nike

A capacidade de se conectar com a garotada talvez seja um dos maiores trunfos do hip-hop — uma capacidade que não passou despercebida das grandes empresas. Num dos episódios mais curiosos do livro, Charnas conta como Phil Knight, fundador da Nike, ficou impressionado ao conhecer o empresário de hip-hop Steve Rifkind.
 Ao entrar no escritório de Rifkind e se deparar com pilhas de discos no chão, música alta tocando e jovens trabalhando, Knight abriu um sorriso e disse: “Era justamente assim que eu costumava vender sapatos”.
Semanas depois Rifkind e sua equipe viajaram para Beaverton, no estado americano do Oregon, sede da Nike, para contar aos executivos da companhia como era seu sistema de trabalho. Uma pena que o autor do livro não revele aos leitores quais foram essas lições.

Fonte: EXAME

Link da Reportagem:

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MANIFEST061 orgulhosamente apresenta; a Mixtape Microfonia vol.01

Fonte: Site Rapevolusom e Dj Leo Beats

Brasília sempre foi uma boa referência quando se fala em Hip Hop, afinal de lá saíram vários nomes como: Gog, Câmbio Negro, DJ Jamaika, DJ Raffa, Viela 17, DFZulu Breakers, DJ TDZ. A cena se mantém forte na capital do país e nos últimos tempos o DF revelou nomes como; Flora Matos, Rapadura, Lívia Cruz e Ataque Beliz.
Mantendo a raíz, a produtora de hip hop MANIFEST061 orgulhosamente apresenta; a Mixtape Microfonia vol.01 com 35 minutos de batidas gringas foi mixada por DJ A e Dj Batma e conta com a participação de 16 Mcs do Distrito Federal entre eles Rapadura, hadda e Ede.C do grupo Mafia, confiram essa mix creio que irão gostar.




Link para Download da Mix Tape abaixo:




Grupo: Diga How

Fonte: site Du Rap D.F

Release - Diga How



Iniciado em Dezembro de 2003 no Distrito Federal, o grupo Diga How é um exemplo da positividade necessária no RAP. Suas influências vão de GOG, Raul Seixas e Elis Regina a Valete e Wu Tang Clan.
A proposta do Diga How é estimular a consciência de um público tão variado quanto os temas de suas letras, que falam das lutas do dia-a-dia de forma descontraída e que elevam a autoestima.
Essa variação temática proporcionou ao Diga How participações em eventos importantes como, Outubro Black, Todas as tribos (com Gilberto Gil, Nego Moçambique), Cerrado Virtual, I Seminário de Educação Ambiental do Sinpro-Df, II Congresso de Educação do DF, entre alguns festivais de música popular.

O grupo tem dois trabalhos lançados. O CD "HOMÔNIMO" (2009) e o EP "DE PÉ E NA FÉ" (2010) que contam com participações de GOG, Higo Melo (Ataque Beliz) e Preto (Radicalibres).

A formação atual conta com Magú e TG nos vocais, Bruno Leite- violão e baixo, e o show continua extremamente contagiante.


Prêmios: 
-Melhor letra (Quem lê,viaja)- Festival de música popular da Samambaia- Df (2009)
-Melhor música pelo voto popular (Quem lê,viaja)- Festival de Mpb Parque Sucupira (2009)
-Melhor grupo de Rap- Concurso de Hip Hop do Varjão (2008)
-Melhor grupo de Rap- Prêmio Singelo Hip Hop (2009)

Links:




DIGA HOW PRA VIDA!
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                                                Magú  (61) 8195-5875



http://www.digahow.com.br/